A voz invade o cérebro, as células, o sangue, ocupa todos os vazios.
Palavras saem soltas, sem sentido.
Sábios silêncios, risos tolos, suspiros, quase gemidos.
Nesse caos de emoções, somente pau e buceta se entendem, endurecendo aqui, molhando lá, em perfeita sintonia.
